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Classificação Científica

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Anseriformes
Família: Anatidae
 Leach, 1820
Subfamília: Anatinae
 Leach, 1820
Espécie: A. brasiliensis

Nome Científico

Amazonetta brasiliensis
(Gmelin, 1789)

Nome em Inglês

Brazilian Teal


Estado de Conservação

(IUCN 3.1)
Pouco Preocupante

Fotos Sons

Pé-vermelho

Além de pé-vermelho também pode ser chamado de picassinha (Rio Grande do Sul), marreca-ananai, ananaí, asa-de-seda, paturi (sertão de Pernambuco e Bahia) ou até do seu primeiro nome amazonetta que vem do seu nome científico Amazonetta brasiliensis, vive em banhados onde retiram seu alimento e criam seus filhotes e próximo a eles fazem os seus ninhos.

Nome Científico

Seu nome científico significa: de Amazon = referente ao Rio Amazonas; e do (grego) nëtta = pato; e de brasiliensis = referente ao Brasil, brasileiro. ⇒ Pato brasileiro do rio Amazonas.

Características

Marreco de pequeno porte, com cores para uma boa camuflagem e com um toque verde e branco belíssimos (encontrado nas asas), será muito difícil ver esse tipo de marreco só, voam sempre em casais ou em bandos com até cinco exemplares e voam geralmente em silêncio e com velocidade.

Outra característica que diferencia os sexos (porém pouco marcante) é a mancha preta que o macho possui na parte posterior da cabeça (nuca). Como é delimitada gradualmente, e não tem contornos contrastados e bem definidos, passa despercebida, mas observando-se com atenção, nota-se que somente está presente no macho, sendo que na fêmea essa região é marrom.

Outra distinção entre os sexos é a vocalização, ou seja, o som emitido por cada um: o macho emite um som agudo, muito similar a um assobio (sibilo); a fêmea, por sua vez, emite um grasnado não muito grave.

Subespécies

Possui duas subespécies:

Alimentação

Alimentam-se em banhados onde encontram pequenos crustáceos, pequenos peixes e invertebrados (ex: minhocas e insetos d'água…).

Reprodução

Reproduzem geralmente no fim do verão ao começo do inverno, fazem seus ninhos em touceiras perto dos banhados onde depositam seus ovos, têm de seis até nove filhotes (já foram vistas ninhadas com 10 ou 11 filhotes) que ficam com a mãe até atingirem a capacidade de voar.

Na época da postura, a fêmea desenvolve uma protuberância relativamente grande na região posterior do abdome, bem próxima da cloaca, ficando “barrigudinha”, pelo que se sabe claramente que está em fase de postura. Apesar desse fato ser comum em diversas espécies de anatídeos, nessa espécie, tal característica se torna mais evidente por ela possuir a parte traseira do abdome bastante esguia e delgada.

Hábitos

Passam grande tempo dentro da água e nas margens procurando alimento, voam apenas quando estão em perigo, são de hábito diurno mas costumam passear também a noite, são aves que vivem pacificamente muito bem com outros anseriformes como a marreca irerê.

Predadores

Distribuição Geográfica

Ocorre em todo Brasil.

Referências

Galeria de Fotos